{"id":1117,"date":"2024-05-08T21:09:14","date_gmt":"2024-05-09T02:09:14","guid":{"rendered":"https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/museus-e-suas-decolonialidades-uma-relacao-amazonica-museologica-entre-brasil-equador\/"},"modified":"2024-10-22T16:41:55","modified_gmt":"2024-10-22T21:41:55","slug":"museus-e-suas-decolonialidades-uma-relacao-amazonica-museologica-entre-brasil-equador","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/en\/museus-e-suas-decolonialidades-uma-relacao-amazonica-museologica-entre-brasil-equador\/","title":{"rendered":"Museus e suas decolonialidades: uma rela\u00e7\u00e3o amaz\u00f4nica museol\u00f3gica entre Brasil-Equador."},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-center\">Andrey Manoel Le\u00e3o de Le\u00e3o<\/p>\n\n<p><\/p>\n\n<p>Esta pesquisa se fez atrav\u00e9s de duas etapas: iniciando a partir do meu projeto de pesquisa no Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Desenvolvimento Sustent\u00e1vel na Amaz\u00f4nia do N\u00facleo de Altos Estudos Amaz\u00f4nicos da Universidade Federal do Par\u00e1-Brasil, onde busco estudar museus da regi\u00e3o amaz\u00f4nica brasileira e como eles podem contribuir para uma vis\u00e3o sustent\u00e1vel local; E em um segundo momento atrav\u00e9s da viagem ao Equador, a partir do Semin\u00e1rio \u201c<em>The Amazon Basin as Connecting Borderland\u201d<\/em>da Funda\u00e7\u00e3o Getty, em parceria com universidades latinoamericanas. A partir dessas etapas, foi poss\u00edvel fazer uma compara\u00e7\u00e3o entre museus de dois pa\u00edses que compartilham a regi\u00e3o amaz\u00f4nica como constituidora de seu territ\u00f3rio.<\/p>\n\n<p>Pelo lado brasileiro, detenho-me nos museus do estado do Par\u00e1, sendo eles o Museu do Maraj\u00f3, o Museu do Baixo Tocantins e o Museu-Memorial Vila da Barca. No sentido do Equador, os museus visitados foram o Museu Arqueol\u00f3gico e Centro Cultural de Orellana (MAACO), o Museu Pumapungo, e a Funda\u00e7\u00e3o Sacha Warmi \u2013 que, embora n\u00e3o seja uma institui\u00e7\u00e3o museal, assemelha-se a uma experi\u00eancia museol\u00f3gica ao salvaguardar a cultura local atrav\u00e9s de uma comunica\u00e7\u00e3o para o meio social. O objetivo \u00e9 demonstrar como museus amaz\u00f4nicos, em diferentes pa\u00edses, t\u00eam rela\u00e7\u00f5es em comum e fazem seus discursos em rela\u00e7\u00e3o a domin\u00e2ncias direcionadas \u00e0 regi\u00e3o. Para isso, minha pesquisa se faz atrav\u00e9s de An\u00e1lise Cr\u00edtica do Discurso, que visa buscar nos discursos presen\u00e7as do interdiscurso &#8211; algo j\u00e1 dito naquele contexto, algo que j\u00e1 aconteceu e que afeta o que se discute naquele local\u00a0 (DIJK, 2008). Por isso, busco relacionar os discursos expogr\u00e1ficos frente \u00e0 regi\u00e3o e \u00e0s domin\u00e2ncias da colonialidade. Neste trabalho, ent\u00e3o, demonstro de forma sint\u00e9tica os discursos produzidos nesses museus e que ir\u00e1 se redobrar, posteriormente, em outras publica\u00e7\u00f5es maiores.<\/p>\n\n<p><strong>\u00a0ONTEM X HOJE<\/strong><\/p>\n\n<p>Para in\u00edcio, apresento o Museu do Maraj\u00f3, localizado na cidade Cachoeira do Arari-Par\u00e1-Brasil. A institui\u00e7\u00e3o apresenta-se com car\u00e1cter tradicional e espa\u00e7o delimitado, mas que apresenta como seu principal patrim\u00f4nio a ser salvaguardado, fun\u00e7\u00e3o do museu, a cultura marajoara. Desse modo, difere-se das tradicionalidades das usuais pr\u00e1ticas desse tipo de museu, em que o foco \u00e9 o objeto material. Preocupa-se em apresentar o lugar, o arquip\u00e9lago marajoara, como essencial para a constru\u00e7\u00e3o de uma percep\u00e7\u00e3o amaz\u00f4nica. Busca conectar passado e presente, demonstrando que a cultura marajoara, cuja cer\u00e2mica \u00e9 exposta, ainda se mant\u00e9m na atualidade atrav\u00e9s de objetos da vida atual da regi\u00e3o.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"512\" src=\"https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-1-1-1024x512.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-1048\" srcset=\"https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-1-1-1024x512.webp 1024w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-1-1-300x150.webp 300w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-1-1-768x384.webp 768w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-1-1.webp 1299w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Figura 1: Sal\u00e3o expositivos das cer\u00e2micas Marajoaras no Museu do Maraj\u00f3 (Cachoeira do Arari-Par\u00e1-Brasil).&#13;\nFonte: https:\/\/www.oliberal.com\/italia-mia\/festival-italia-mia-exposicao-em-belem-tera-replicas-do-acervo-do-museu-do-marajo-1.739656<\/figcaption><\/figure>\n\n<p><\/p>\n\n<p><\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-2-1-1024x768.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1051\" srcset=\"https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-2-1-1024x768.jpeg 1024w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-2-1-300x225.jpeg 300w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-2-1-768x576.jpeg 768w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-2-1-1536x1152.jpeg 1536w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-2-1.jpeg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Figura 2: expografia que demonstra uma rela\u00e7\u00e3o entre o antigo e o moderno.Fonte: https:\/\/twitter.com\/pedromeletti\/status\/1073775231012126720<\/figcaption><\/figure>\n\n<p><\/p>\n\n<p><\/p>\n\n<p>Pelo lado equatoriano, o MAACO, particularmente, apresenta em seu acervo cer\u00e2micas de povos locais, criando assim uma narrativa sobre a diversidade dos povos da regi\u00e3o e um conhecimento sobre sua natureza atrav\u00e9s do uso harm\u00f4nico com o ambiente. As narrativas propostas dissertam acerca do impacto dos povos hist\u00f3ricos locais na paisagem atual da regi\u00e3o, nos conhecimentos bot\u00e2nicos, e nos diferentes usos das cer\u00e2micas, etc. Logo, o discurso do museu aponta para demonstrar a diversidade e particularidades dos povos amaz\u00f4nicos locais atrav\u00e9s de sua cole\u00e7\u00e3o cer\u00e2mica.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-3-1-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1054\" srcset=\"https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-3-1-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-3-1-300x169.jpg 300w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-3-1-768x432.jpg 768w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-3-1-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-3-1-2048x1152.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Figura 3: Mapa que representa a diversidade de cer\u00e2micas e grupos ao longo do rio Amazonas, MAACO (Coca, Equador).Fonte: Autor.<\/figcaption><\/figure>\n\n<p><\/p>\n\n<p><\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-4-1-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1057\" srcset=\"https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-4-1-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-4-1-300x169.jpg 300w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-4-1-768x432.jpg 768w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-4-1-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-4-1-2048x1152.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Figura 4: cer\u00e2micas expostas no MAACO (Coca, Equador). Fonte: Autor.<\/figcaption><\/figure>\n\n<p><\/p>\n\n<p><\/p>\n\n<p>\u00c9 poss\u00edvel ver que a cria\u00e7\u00e3o do discurso expogr\u00e1fico em ambos os museus se faz na perspetiva de criar uma rela\u00e7\u00e3o entre o passado e o presente, e apresentar um fio de perman\u00eancias entre grupos ind\u00edgenas e os grupos atuais daquele territ\u00f3rio. Logo, percebo uma narrativa constru\u00edda que \u00e9 contra a perspectiva da modernidade que cria um ser n\u00e3o europeu inferior, que n\u00e3o tem hist\u00f3ria, que \u00e9 menor e menos desenvolvido, sendo isso o que Quijano (2005)\u00a0 chama de colonialidade do Ser: a perspectiva da modernidade de criar uma hierarquia cultural, onde o modelo euroc\u00eantrico \u00e9 tido como superior e por isso deve ser exportado para todo o mundo.<\/p>\n\n<p><strong>VOZES<\/strong><\/p>\n\n<p>O segundo museu brasileiro escolhido \u00e9 o Museu do Baixo Tocantins, localizado no campus da cidade de Abaetetuba da Universidade Federal do Par\u00e1. O museu foi escolhido por se constituir a partir de um ramo espec\u00edfico de estudos que s\u00e3o os museus universit\u00e1rios. \u00a0Contudo, a sua particularidade frente a essa categoria de museu \u00e9 fazer suas a\u00e7\u00f5es junto \u00e0 comunidade externa da universidade, em vilas locais, sendo um museu universit\u00e1rio-comunit\u00e1rio. Ele se apresenta, de acordo com seu fundador como um trapiche, uma ponte que interliga dois espa\u00e7os (GOMES, 2023). Analisando a institui\u00e7\u00e3o, \u00e9 poss\u00edvel ver como ela n\u00e3o faz distin\u00e7\u00e3o entre os conhecimentos tradicionais e acad\u00eamicos, nem em uma hierarquia de saber feita pela modernidade que exp\u00f5e somente uma forma de perceber a realidade como conhecimento racional (LANDER, 2005). Nele, os conhecimentos tradicionais, das comunidades locais, s\u00e3o t\u00e3o importantes quanto o que \u00e9 produzido na universidade. Por isso, o museu funciona como essa ponte, que facilitar o acesso entre os dois espa\u00e7os de conhecimento.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-5-1-1024x768.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1060\" srcset=\"https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-5-1-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-5-1-300x225.jpg 300w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-5-1-768x576.jpg 768w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-5-1-1536x1152.jpg 1536w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-5-1-2048x1536.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Figura 5: Local expositivo Museu do Baixo Tocantins (Abaetetuba-Par\u00e1-Brasil). Fonte: Autor<\/figcaption><\/figure>\n\n<p><\/p>\n\n<p><\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-6-1024x768.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1063\" srcset=\"https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-6-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-6-300x225.jpg 300w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-6-768x576.jpg 768w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-6-1536x1152.jpg 1536w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-6-2048x1536.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Figura 6: quadro do museu que apresenta um canto popular das vilas locais para os estudantes da universidade. Fonte: Autor.<\/figcaption><\/figure>\n\n<p><\/p>\n\n<p><\/p>\n\n<p>Uma similaridade posso ver, no sentido equatoriano, no Museu Pumapungo. O museu tem em sua exposi\u00e7\u00e3o permanente diversas salas que buscam contar a hist\u00f3ria do pa\u00eds, onde demarcam diversas culturas locais, suas carater\u00edsticas e seu hist\u00f3rico habitacional. H\u00e1 uma se\u00e7\u00e3o dedicada aos povos amaz\u00f4nicos e suas particularidades. Destaco, sobre a narrativa desse museu, a constru\u00e7\u00e3o de um discurso colaborativo com os povos ali representados, de tom cr\u00edtico e revisionista, j\u00e1 que muitas comunidades usam do potencial do museu para exibir narrativas contr\u00e1rias \u00e0quelas preconceituosas estabelecidas, como \u00e9 as <a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Tzantza\"><em>tsantsas<\/em><\/a><a id=\"_ftnref1\" href=\"#_ftn1\"><em><sup><strong><sup>[1]<\/sup><\/strong><\/sup><\/em><\/a> do povo Shuar.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1920\" height=\"2560\" src=\"https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-7-1-1-edited-scaled.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1069\" srcset=\"https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-7-1-1-edited-scaled.jpg 1920w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-7-1-1-edited-225x300.jpg 225w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-7-1-1-edited-768x1024.jpg 768w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-7-1-1-edited-1152x1536.jpg 1152w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-7-1-1-edited-1536x2048.jpg 1536w\" sizes=\"auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px\" \/><\/figure>\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1920\" height=\"2560\" src=\"https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Figura-72-edited-scaled.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1075\" srcset=\"https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Figura-72-edited-scaled.jpg 1920w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Figura-72-edited-225x300.jpg 225w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Figura-72-edited-768x1024.jpg 768w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Figura-72-edited-1152x1536.jpg 1152w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Figura-72-edited-1536x2048.jpg 1536w\" sizes=\"auto, (max-width: 1920px) 100vw, 1920px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Figura 7: La Tsantsa com um texto sobre a hist\u00f3ria do artefato produzido com aux\u00edlio dos povos locais, como narrado pela mediadora no Museu Pumapungo (Cuenca, Equador). Fonte: Autor.<\/figcaption><\/figure>\n\n<p><\/p>\n\n<p>Intitulo este cap\u00edtulo de vozes porque vejo que a assimila\u00e7\u00e3o narrativa entre esses dois museus se d\u00e1 na cria\u00e7\u00e3o de um discurso que aponta a necessidade de vozes locais para a desmistifica\u00e7\u00e3o de uma hierarquia do ser, no caso, como demonstrado anteriormente, contra a colonialidade do ser. Contudo, se faz no sentido de combate a uma hierarquia epistemol\u00f3gica que a modernidade instaurou, onde h\u00e1 a no\u00e7\u00e3o que uma forma de construir uma percep\u00e7\u00e3o de mundo \u00e9 melhor que outra (LANDER, 2005). No caso, os museus apresentam a necessidade dos locais e suas narrativas no combate de uma vis\u00e3o estereotipada, que inferioriza \u00a0a regi\u00e3o amaz\u00f4nica.<\/p>\n\n<p><strong>MUSEALIZA\u00c7\u00c3O EXTRA-MUROS<\/strong><\/p>\n\n<p>Por fim, apresento o Museu-Memorial da Vila da Barca localizado na comunidade perif\u00e9rica da Vila da Barca, bairro do Tel\u00e9grafo, na cidade de Bel\u00e9m-Par\u00e1-Brasil, \u00a0pr\u00f3ximo \u00e0 ba\u00eda do Guajar\u00e1. Sendo que est\u00e1 comunidade apresenta uma <em>forma de morar<a id=\"_ftnref2\" href=\"#_ftn2\"><sup><strong><sup>[2]<\/sup><\/strong><\/sup><\/a><\/em> particular no meio urbano, com suas palafitas amaz\u00f4nicas.\u00a0 \u00c9 um museu comunit\u00e1rio, da comunidade da Vila da Barca, que busca representar e resguardar um modo de vida urbana, uma forma de morar que se faz atrav\u00e9s de de um relacionamento mais pr\u00f3ximo com o ambiente natural \u2013 no caso, com o rio, coisa que foi tida como atrasada na cidade na \u00e9poca da <em>Belle \u00c9poque<\/em>, j\u00e1 que tem raiz cultural nas comunidades ind\u00edgenas locais e, por isso, sofreu com um projeto higienista hist\u00f3rico feito atrav\u00e9s da concep\u00e7\u00e3o da modernidade que impediu as classes populares de morarem no centro da cidade, impondo um modelo classicista de pequenos pal\u00e1cios -Palacetes- e impedindo casas com quintais, em que havia a cria\u00e7\u00e3o cria\u00e7\u00e3o de animais, e corti\u00e7os no centro urbano (SOARES, 2000).<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-8-1024x576.webp\" alt=\"\" class=\"wp-image-1078\" srcset=\"https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-8-1024x576.webp 1024w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-8-300x169.webp 300w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-8-768x432.webp 768w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-8.webp 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Figura 8: Vista de cima da comunidade da Vila da Barca (Bel\u00e9m-Par\u00e1-Brasil). Fonte: https:\/\/redeglobo.globo.com\/pa\/tvliberal\/edopara\/noticia\/a-diversidade-cultural-da-vila-da-barca.ghtm<\/figcaption><\/figure>\n\n<p><\/p>\n\n<p><\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"647\" src=\"https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-9-1024x647.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1081\" srcset=\"https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-9-1024x647.jpg 1024w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-9-300x190.jpg 300w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-9-768x485.jpg 768w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-9-1536x971.jpg 1536w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-9.jpg 2000w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Figura 8: Palafita da comunidade da Vila da Barca. Fonte: https:\/\/ponte.org\/vila-da-barca-sofre-o-descaso-e-abandono-em-meio-a-pandemia-do-coronavirus\/<\/figcaption><\/figure>\n\n<p><\/p>\n\n<p><\/p>\n\n<p>No lado equatoriano, aponto a Funda\u00e7\u00e3o Sacha Warmi, que se constitui como espa\u00e7o de manuten\u00e7\u00e3o e salvaguarda de um modo espec\u00edfico de produzir cer\u00e2mica, de preserva\u00e7\u00e3o dos sentidos e conhecimentos locais que, atrav\u00e9s de visitas, proporcionam a exposi\u00e7\u00e3o de uma cultura com rela\u00e7\u00e3o com a natureza e seu territ\u00f3rio. H\u00e1, portanto, uma musealiza\u00e7\u00e3o da viv\u00eancia local amaz\u00f4nica e ind\u00edgena que \u00e9 feita atrav\u00e9s de uma comunica\u00e7\u00e3o com a sociedade com a inten\u00e7\u00e3o de salvaguard\u00e1-la, al\u00e9m de din\u00e2micas educacionais com os moradores locais.<\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-10-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1084\" srcset=\"https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-10-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-10-300x169.jpg 300w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-10-768x432.jpg 768w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-10-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-10-2048x1152.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Figura 9: Imagem de um Banner da Funda\u00e7\u00e3o Sacha Warmi sobre os projetos feitos e seus objetivos. Fonte: Autor<\/figcaption><\/figure>\n\n<p><\/p>\n\n<p><\/p>\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-11-1-768x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1087\" srcset=\"https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-11-1-768x1024.jpg 768w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-11-1-225x300.jpg 225w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-11-1-1152x1536.jpg 1152w, https:\/\/amazon.uniandes.edu.co\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/figura-11-1.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Figura 10: Oficina de Cer\u00e2mica na Funda\u00e7\u00e3o Sacha Warmi. Fonte: Semin\u00e1rio <em>Amazon Basin.<\/em><\/figcaption><\/figure>\n\n<p><\/p>\n\n<p><\/p>\n\n<p>Noto, aqui, nestes dois espa\u00e7os, uma musealiza\u00e7\u00e3o que se d\u00e1 em um local externo aos muros dos espa\u00e7os delimitados, dos pr\u00e9dios dos museus tradicionais. S\u00e3o espa\u00e7os que buscam criar discursos atrav\u00e9s das visita\u00e7\u00f5es locais e do acompanhamento das a\u00e7\u00f5es destes espa\u00e7os. Vejo nisso uma sensibiliza\u00e7\u00e3o feita atrav\u00e9s do \u201cser prec\u00e1rio\u201d, atrav\u00e9s de um processo de enlutamento. Estas categorias trago do trabalho da fil\u00f3sofa Judith Butler (2017), que apresenta que para ser sentido, o indiv\u00edduo deve construir mecanismos que fa\u00e7a com que ele seja visto como um \u201cser prec\u00e1rio\u201d, que necessita de prote\u00e7\u00e3o. \u00c9 apontado nestes dois espa\u00e7os uma amea\u00e7a externa, que busca invisibilizar os grupos locais, sejam grupos perif\u00e9ricos, como os da Vila da Barca, sejam os de ra\u00edzes ind\u00edgenas, como os da Funda\u00e7\u00e3o Sacha Warmi. Por isso, a musealiza\u00e7\u00e3o dos patrim\u00f4nios desses grupos \u00e9 exposta atrav\u00e9s de uma proposta discursiva de enlutamento, para que o visitante entenda a realidade local atrav\u00e9s da viv\u00eancia. Assim, a musealiza\u00e7\u00e3o destes espa\u00e7os busca ser um contra-ponto contra uma invisibiliza\u00e7\u00e3o ou viol\u00eancia externas contra estes grupos.<\/p>\n\n<p><strong>CONCLUS\u00c3O<\/strong><\/p>\n\n<p>Embora todos os espa\u00e7os que analisei tenham suas particularidades, \u00e9 poss\u00edvel ver uma coes\u00e3o entre eles dada por uma hist\u00f3ria amaz\u00f4nica compartilhada de subjuga\u00e7\u00e3o pela modernidade. \u00a0Ao me voltar para autores latinoamericanos, principalmente do movimento da decolonialidade (QUIJANO, 2005; LANDER, 2005; DUSSEL, 2005; MALDONADO-TORRES, 2005) \u00e9 poss\u00edvel ver que a modernidade, feita pela coloniza\u00e7\u00e3o das am\u00e9ricas &#8211; onde se instaura a ideia de uma diferencia\u00e7\u00e3o feita atrav\u00e9s da ra\u00e7a e de um modelo hier\u00e1rquico global (QUIJANO, 2005)-, se postou na regi\u00e3o amaz\u00f4nica como um apagar das vozes locais, atrav\u00e9s da subjuga\u00e7\u00e3o e inferioriza\u00e7\u00e3o dos povos origin\u00e1rios, lidos como atrasados e selvagens por n\u00e3o terem uma epistemologia constru\u00edda atrav\u00e9s de um modelo europeu, e que se mant\u00e9m na atualidade atrav\u00e9s de invisibiliza\u00e7\u00e3o e perspectivas violentas.<\/p>\n\n<p>\u00a0Em vista disso, as institui\u00e7\u00f5es pesquisadas, como visto, agindo a partir de uma constru\u00e7\u00e3o discursiva em uma museologia com apelo social se tornam combatentes de perspectivas externas. Por isso, os museus estudados se fazem como instrumentos decoloniais, j\u00e1 que a decolonialidade \u00e9 pensada como um combate \u00e0s l\u00f3gicas dominantes mantidas desde a coloniza\u00e7\u00e3o (MALDONADO-TORRES, 2019). Logo, a institui\u00e7\u00e3o museal, atrav\u00e9s de seu m\u00e9todo discursivo feito pela sensibiliza\u00e7\u00e3o, se torna uma pot\u00eancia para a sustentabilidade local, atrav\u00e9s da exposi\u00e7\u00e3o de narrativas locais e uma persuas\u00e3o para fins dos objetivos comunit\u00e1rios e contra perspectivas preconceituosas e externas.<\/p>\n\n<p>Refer\u00eancias<\/p>\n\n<p>BUTLER, Judith. <strong>Quadros de Guerra: quando a vida \u00e9 pass\u00edvel de luto?<\/strong> Tradu\u00e7\u00e3o de S\u00e9rgio Tadeu de Niemeyer Lamar\u00e3o e Arnaldo Marques da Cunha; revis\u00e3o de tradu\u00e7\u00e3o de Marina Vargas; revis\u00e3o t\u00e9cnica de Carla Rodrigues. 1\u00aa ed. Rio de Janeiro: Civiliza\u00e7\u00e3o Brasileira, 2015, 288 p.<\/p>\n\n<p>GOMES, Jones da Silva. Museus na amaz\u00f4nia tocantina\u2026 trapiches para a humanidade. In: BRITTO, Rosangela; MELO, Diogo; GOMES, Luzia; POLARO, Jo\u00e3o. In: <strong>Outras narrativas sobre museus: contribui\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia paraense para os debates sobre a nova defini\u00e7\u00e3o de museu do Conselho Internacional de Museus (ICOM).<\/strong> Bel\u00e9m: Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Artes\/UFPA, p.83-94,\u00a0 2023. E-book (170 p.). Dispon\u00edvel em: https:\/\/livroaberto.ufpa.br\/jspui\/handle\/prefix\/1229. Acesso em: 06 de Fevereiro de 2024.<\/p>\n\n<p>LANDER, Edgardo. Ci\u00eancias sociais: saberes coloniais e euroc\u00eantricos. In: A<strong> colonialidade do saber: eurocentrismo e ci\u00eancias sociais. Perspectivas latino-americanas.<\/strong> Buenos Aires. CLACSO, Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales Editorial\/Editor, p. 8-23, 2005.<\/p>\n\n<p>QUIJANO, Anibal. Colonialidade do poder, Eurocentrismo e Am\u00e9rica Latina. In: <strong>A colonialidade do saber: eurocentrismo e ci\u00eancias sociais. Perspectivas latino- americanas.<\/strong> Buenos Aires. CLACSO, Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales Editorial\/Editor,\u00a0 p. 107-130, 2005.<\/p>\n\n<p>SOARES, Karol Gillet. <strong>As formas de morar na Bel\u00e9m da Belle-\u00c9poque (1870-1910) \/ <\/strong>Karol Gillet Soares; orientador, Geraldo M\u00e1rtires Coelho. &#8211; Bel\u00e9m, 2000, 247p.<\/p>\n\n<p>DIJK, Teun A Van. <strong>Discurso e Poder.<\/strong> S\u00e3o Paulo: Contexto, 2008, 281 p.<\/p>\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n<p><a id=\"_ftn1\" href=\"#_ftnref1\"><sup>[1]<\/sup><\/a> Cabe\u00e7a humana decepada e encolhida atrav\u00e9s de um preparo espec\u00edfico, que \u00e9 usada com sentido ritual.<\/p>\n\n<p><a id=\"_ftn2\" href=\"#_ftnref2\"><sup>[2]<\/sup><\/a> a nomenclatura se faz a partir da ideia do trabalho de Soares (2000) que aponta como a economia da borracha na Amaz\u00f4nia provocou uma mudan\u00e7a nas moradias, no meio urbano e na rela\u00e7\u00e3o da sociedade belenense com a natureza, sendo as comunidades mais tradicionais, e mais populares, expulsas do centro urbano<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Andrey Manoel Le\u00e3o de Le\u00e3o Esta pesquisa se fez atrav\u00e9s de duas etapas: iniciando a partir do meu projeto de pesquisa no Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Desenvolvimento Sustent\u00e1vel na Amaz\u00f4nia do N\u00facleo de Altos Estudos Amaz\u00f4nicos da Universidade Federal do Par\u00e1-Brasil, onde busco estudar museus da regi\u00e3o amaz\u00f4nica brasileira e como eles podem contribuir para [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1052,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_uag_custom_page_level_css":"","site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[32,33],"tags":[],"class_list":["post-1117","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-2023-en-2","category-blog-en-2"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.1.1 - 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