blog

Sin rostro y sin manos: comentarios sobre el enigma del santo mutilado de la Iglesia de Santo Alexandre en Belém

Juan David Parra, State University of New York at Stony brook, historia del arte y cultura visual colonial en América Al entrar en una de las capillas laterales del transepto, justo a la derecha del presbiterio, sobre el lado de la epístola, me encontré con uno de los objetos más interesantes de mi visita a […]

Sin rostro y sin manos: comentarios sobre el enigma del santo mutilado de la Iglesia de Santo Alexandre en Belém Read More »

Late Golden Age of azulejo in the Belle Époque architecture of Belem do Pará

Susana Restrepo Díaz. Socióloga con énfasis en filosofía, magíster en historia del arte y magíster en artes plásticas, electrónicas y del tiempo The azulejaria in Belém do Pará, made up of small, colored glazed tiles and characterized by its subtle ubiquity in interior and exterior architecture, underscores its role as a material vehicle for the

Late Golden Age of azulejo in the Belle Époque architecture of Belem do Pará Read More »

Navegando em confluências de rio: memórias nipo-brasileiras na Amazônia

Renata Utsunomiya. Universidade de São Paulo, Instituto de Energia e Ambiente, Programa de Pós-graduação em Ciência Ambiental. Analista na rede GT Infraestrutura e Justiça Socioambiental Nas duas margens Árvores sem fim Barcos a chegar Cinco dias de viagem Apertados na floresta De redes de dormir (poesia haiku de Sueichi Egashira) Olhar a beira do porto

Navegando em confluências de rio: memórias nipo-brasileiras na Amazônia Read More »

Escuchar desde la madera: los púlpitos de la Iglesia de Santo Alexandre y la agencia indígena en el arte barroco amazónico

Próspero Carbonell. Estudiante de doctorado en Historia del Arte, University of Southern California Ubicada en el corazón del centro histórico de Belém do Pará —ciudad fundada en 1616 en la región norte de Brasil, en el delta del Amazonas—, la Iglesia de Santo Alexandre es uno de los monumentos jesuíticos más antiguos y emblemáticos de

Escuchar desde la madera: los púlpitos de la Iglesia de Santo Alexandre y la agencia indígena en el arte barroco amazónico Read More »

 MEMÓRIA CULTURAL EXISTÊNCIA E RESISTÊNCIA INDÍGENA NO ALTO RIO NEGRO 

Odanilde Freitas Escobar, também identificada como Adana na etnia indígena Baré. Mestranda no Programa de Pós-Graduação em Diversidade Sociocultural PPGDS do Museu Paraense Emílio Goeldi, em Belém do Pará, Brasil.   1. O Silêncio que Nunca Foi Total  Falar sobre o Alto Rio Negro é falar de histórias ancestrais, de povos que aprenderam a viver em

 MEMÓRIA CULTURAL EXISTÊNCIA E RESISTÊNCIA INDÍGENA NO ALTO RIO NEGRO  Read More »

“Minha bolsa é um ninho de Japiim”: Cultura Material entre comunidades do Rio Arapiuns

José Moisés de Oliveira Silva. Programa de Pós-Graduação em Antropologia/Universidade Federal do Pará Há mais de quinze anos venho desenvolvendo pesquisas junto a povos indígenas e comunidades tradicionais, principalmente no Nordeste semiárido do Brasil, que resulta na tese, “A Semente, a Árvore e o Encantado: um estudo da ontologia dos povos indígenas no Alto Sertão

“Minha bolsa é um ninho de Japiim”: Cultura Material entre comunidades do Rio Arapiuns Read More »

Imagens que retornam: o clima na foz da bacia Amazônica 

Luiza Proença. Doutoranda em Filosofia pela PUC-Rio Abril de 2025. Nas ruas de Belém, a imagem do futuro retorna, impressa nos tapumes que tomam conta da paisagem urbana e transformam a cidade em um verdadeiro “grande canteiro de obras” – expressão já recorrente na imprensa e nas conversas entre os moradores. Em destaque no jornal,

Imagens que retornam: o clima na foz da bacia Amazônica  Read More »

Artes de pesca. Una red de cosas vivientes

Jose Gabriel Dávila Romero. Universidad Nacional de Colombia, Sede Amazonia. e-mail: jgdavilar@unal.edu.co. Este texto está escrito en el marco de la investigación doctoral Corporalidad, formación y tejido de la personeidad en el noroccidente amazónico para el programa de Estudios Amazónicos de la Universidad Nacional de Colombia. “O que nós vemos das coisas são as coisas.”

Artes de pesca. Una red de cosas vivientes Read More »

Scroll to Top